6 de fevereiro de 2012

She is sexy and I know it!


Dia antes do exame de Ginecologia e Obstetrícia. A dita especialidade é bem mais gira na prática… ao contrário da sua “versão masculina”, a pavorosa Urologia! Sem muito tempo para grandes dissertações, deixo-vos com a performance mais recente da diva Madonna. Podem dizer o que quiserem mas com a idade dela… quem me dera, quem me dera mesmo! Sempre gira, sempre em movimento, sempre pouco vestida… sempre ela!


MJ.

5 de fevereiro de 2012

Egocentrismo e ventania, cada um toma o que quer!


Podia estar aborrecidíssima com a nova medida “austeridade é que está a dar e como nós é que mandamos ficam sem o Carnaval”? Podia, mas não estou. E não estou porque façam o que fizerem a menina já tem o bilhete de avião comprado e vai com a C. e a I. passear, descansar e fazer tudo o que nos passar pela mona durante 5 dias. Claro que se desvelar a cortina do egocentrismo… pois, aí o caso já é outro! Falarei sobre o assunto num post vindouro porque para já tenho que tratar das malas e saquinhos e comidas e afins. Adeus, adeus cidadezinha fria e ventosa do meu coração. Olá capital! 


 Acredito que se não fosse o peso da mala carregadinha com “tudo o que precisa de saber sobre pipis, mamãs e bebés” levantaria voo… está nervosinho o São Pedro da beira alta!

MJ.

4 de fevereiro de 2012

Amor e lingerie!

No outro dia, lá por terras lisboetas, as co-habitantes da minha casa mostraram-me o videozinho que se segue (sim, porque eu não dou conta de nada!). Eu não sou uma pessoa especialmente romântica e fico até "enfadada" com alguns gestos e atitudes de casais que até podem estar muito apaixonados (e eu não duvido) mas a quem o amor lhes tira a noção. Para mim há a dose certa e tudo o resto é uma espécie de "incontinência por overflow". Posto isto, tenho a dizer que o macho do casalinho que se segue é giro que se farta (mas ela e todas as outras modelos também) e foi um doce... é coisa para eu ver e suspirar!


MJ.

3 de fevereiro de 2012

Frio mais frio... não há!


Amantes das luvas, dos gorros e dos cachecóis, pessoas que adoram falar e “fumegar” pela boca que nem dragões, aficionados das lareiras e dos aquecedores, lojistas com imensos artigos de inverno por escoar: gostaram do dia? Pois, parece que hoje foi o dia mais frio do ano e, até para mim que passeio o dia encafuada a estudar em casa, é impossível não saber de tal data porque foi notícia de abertura (e de continuação e de fecho) da maioria dos telejornais. Folgo em saber que divulgam todos os cuidados a ter em dias de frio, as preocupações reforçadas com os extremos das idades e também os esforços que estão a ser feitos para proteger os mais desfavorecidos. Para não variar, vou só realçar um facto que traduz claramente a minha opinião sobre a incidência de inquietações de acordo com as zonas do país. No pacote da minha herança paterna veio o incontrolável zapping à hora das notícias e por isso não poderei afirmar em que canal vi cada notícia, mas foi qualquer coisa deste género:

Situação nº1- localização: Guarda
Jornalista: Então está frio? Sabe que esta noite foram atingidos os -11 graus!
Entrevistado: Sim, está frio está.
Jornalista: Então como é que aquece a sua casa?
Entrevistado: Tenho uma lareira e aquecimento central.
Jornalista: E quantas camadas de roupa tem?
Entrevistado: Ora bem, duas camisolas, o casaco e o cachecol.

Situação nº2- localização: Lisboa
Jornalista (para um casal de namorados): Então está frio? Sabe que esta noite foram atingidos os 2 graus!
Entrevistados: Ai, nem me diga nada. Está um frio que não se pode.
Jornalista: Então como é que aquece a sua casa?
Entrevistado: Aquecemo-nos um ao outro.
Jornalista: E não têm aquecedores?
Entrevistado: Não, só um pequenino para tomarmos banho.
Jornalista: E quantas camadas de roupa tem?
Entrevistado: Ora bem, 1,2,3… 5!


Dei este exemplo, mas podia ter usado outras cidades! Com isto eu não quero dizer que os “lisboetas são uns meninos”… quero apenas dizer que estão menos preparados para o frio. E estão menos preparados em vários aspectos: das casas, aos sítios onde trabalham, à mentalidade, aos ossos (eu sempre ouvi dizer que o frio enrijece)! Posto isto, não me parece que adiante grande coisa continuarem a ir a Bragança entrevistar velhinhas amorosas e perguntarem-lhes se está frio, se vestiram mais roupa... as senhoras têm a capa protectora da experiência e para elas o frio é o pão nosso de cada pequeno-almoço!
O que eu queria mesmo mas mesmo era neve a acompanhar a "vaga de frio polar". 

MJ.


2 de fevereiro de 2012

Na paz… do ananás!


Ter um irmão ou uma irmã é, para mim, algo quase implícito. Eu conheço poucos filhos únicos, também é uma verdade, e os que conheço acabaram por arranjar amigos dos quais tentam ser tão próximos como se de um irmão se tratasse. Contudo, nunca é a mesma coisa. Claro que não são mais nem menos por isso… são diferentes. Ter uma “coisinha” ao nosso lado, sangue do nosso sangue, ensina-nos a partilhar, a proteger e amar como não se ama mais ninguém. É um amor completamente diferente do que se tem pelos progenitores, pelos amigos, pelos namorados. É… uma parte de nós.



Agora vem aquela parte em que eu tenho mesmo de dizer que… tenho uma irmã que é um “regalo”. Vou tentar, nas próximas linhas, que não pareça que a cachopa é um recém-nascido, caso contrário posso nunca mais voltar aqui! A minorca (em idade claro… no resto nem vou falar) é gira que se farta, tem um humor que até me pasma e… é um poço de coisas novas. Todos os dias ao jantar tem mil novidades e aventuras e… é um espectáculo! Hoje, depois de irmos comprar uns pasteis de nata maravilhosos (maltinha da Guarda… no Lidl há bolos maravilhosos, sempre a sairem de um forno que para lá têm), dizia eu para ela se despachar e ela vira-se “ó mana, calma! É na paz do ananás!). Fechei a boca assim que me apercebi que estava escancarada! Estes catraios de hoje em dia…

MJ.

1 de fevereiro de 2012

Quando 1+1 formam mais do que 2!

Há pessoas que quando se juntam constroem coisinhas maravilhosas... podia estar falar de mamãs e papás e bebés, e até que tinha desculpa porque estou há três dias imersa no mundo da Ginecologia e Obstetrícia, mas estou mesmo a falar de Rita Redshoes e David Fonseca. Se bem que isoladamente também se portam muito bem. O Davidzinho foi a minha paixão platónica da adolescência, culpa de quem para mim tocava e cantava “Silence Four”… (um dia falarei sobre isso)


MJ.

Justo? Era pagar o pecador!

Eu já partilhei com vocês o gosto que eu tinha em alargar os meus conhecimentos relativamente a uma catrefada de áreas. Ora bem, há uma área da qual não tenho muita vontade de me aproximar: a justiça. Este ano fui “empurrada” para o emaranhado que é a cadeira de Deontologia, Bioética e Direito Médicos. Não se iludam com o nome pomposo porque a dita cadeira é um belo de um pincel. Ainda não está feita e cheira-me que a coisa não vai correr bem. Eu, a escrever sem usar metáforas e coisas que tais, e ainda por cima a citar artigos dos códigos penais e deontológicos e afins, com aquelas datas, e números, e alíneas... vai de certeza ser uma coisa digna de registo. Mas prosseguindo. Cada vez que aparece uma notícia referente à dita área, a minha boca fica ainda mais aberta do que quando falam da saúde. Eu tenho para mim que, nestas coisas das penas, elas devem ser adequadas aos crimes cometidos (obviamente!) mas também às pessoas que os cometeram. Compreendo que o sem-abrigo do Porto deva ser penalizado pelo champô e o polvo que tentou furtar. Agora, não bate a bota com a perdigota quando querem que o senhor pague 250€ (sim, eu sei que nas entrelinhas está que pode ser convertido em trabalho comunitário se comparecer no tribunal) mas eu tenho uma sugestão prática e rápida. Ouvi falar num senhor, a quem não devem faltar “abrigos” e “contos de reis”, e que não se importará que o condenado lhe crave a sua pena até porque nesse a justiça não toca. Nome? Morais, Isaltino Morais, o protagonista de uma novela judicial cujo fim deve ser tipo “Morangos com Açúcar”… eternamente adiado! Aposto que se fosse um polvo e um champô já estava no chilindró, agora como foi um pouco mais... pois, em liberdade é que ele está bem! Olhem que fotogénico ele me saiu:


E antes que ele se lembre de dizer que eu o difamei: “Ó Isaltino, filho, eu sei que tu és jurista e tens as costas quentes mas põe-te fino porque eu tenho uma advogada em formação levada da breca!”. 

MJ.